De LPs antigos e trenzinhos a penteadeiras e cristaleiras, o Caminho dos Antiquários, no Centro Histórico de Porto Alegre, literalmente põe na rua o acervo de diversas lojas de antiguidades. Aos sábados de manhã, a quadra onde se concentram muitos desses estabelecimentos - rua Marechal Floriano, entre Fernando Machado e Demétrio Ribeiro - é fechada para automóveis. Os lojistas instalam algumas de suas preciosiddes no meio da via, sob o sol matutino. Muito brilho e cuidado, em peças que promovem uma irresistível saudade de tempos que - não - vivemos.
Ou 'acho bonito na casa dos outros'.
2 de setembro de 2014
31 de agosto de 2014
'Candidatos pelos animais': saiba em quem (não) votar
Foto: RSantini
Não, não preciso dizer que esta é a eleição com o maior número de candidatos 'pelos animais' que já vi. Entre idealistas e picaretas, vários são os que aparecem no santinho de papel, ou eletrônico, abraçados a um cachorro. Claro, ninguém abraçaria um porco, uma cochonilha ou uma galinha. Iria provocar risos entre a patuleia, a mesma que é obrigada a apresentar documento e apertar uns botões em uma urna. Ganha um feriado, e assim se faz uma democracia, em tese.
O fato é que um expressivo número de franco-atiradores, digo, candidatos, descobriram o nicho 'animais' - e, obviamente, não falo do setor pecuarista, que já descobriu há muito o nicho 'animais', mas com um sabor diferente, digamos. Há ativistas, protetores/socorristas, vegetarianos e veganos que tornaram pública sua afinidade com os não-humanos na intenção de ganhar simpatia do eleitorado, essa massa disforme que muitas vezes age como lemingues, outras vezes como corais, búfalos ou formigas, e outras vezes como nenhuma das opções anteriores.
No Brasil é obrigatório votar, exceto as exceções, então quem está dentro da causa animal terá um leque de opções vinculadas a seu pensamento para saber em quem depositar seu voto. Este é um farsante? Aquele já fez projeto contra os animais, e agora vi no Facebook uma foto dele com cachorro? Aquela tem trajetória reconhecida na causa, esta é mais ou menos? Que todos tenhamos interesse em descobrir essas respostas, pois serão quatro anos, desdobráveis em outros, com alguém ajudando na defesa, ou ajudando a dinamitar nossas já frágeis estruturas de defesa dos animais não-humanos.
O 'candidato conversinha'.
Quer dizer, é necessário dar uma peneirada geral, uma pesquisada básica - Google não tem taxímetro - e mesmo o diálogo com outros interessados, para não dar um voto a um oportunista 'dos bichinhos' e, ao mesmo tempo, deixar de votar em alguém que tem o culhão necessário para adentrar na política, sabendo que lá dentro a briga é de foice afiada.
Porque também não podemos cair no mantra boca-suja de dizer 'odeio política'. Quem odeia política deve se mudar para a Lua ou para Marte, pois mesmo no meio do mato a política lhe alcançará no dia a dia. Política não é o horário eleitoral na televisão, como já ouvi de alguns eternos desinformados. Não podemos ser ingênuos. O que vestimos, por onde andamos, nossas 'escolhas', dinheiro, saúde, segurança, calçada suja, carroça, 'tadinhas das crianças passando fome', etc, tudo está debaixo desse guarda-chuva chamado política. Que não se resume 'àquela roubalheira lá em Brasília', nem em 'odeio PT' ou 'odeio quem odeia o PT'.
Não podemos ser tão simplórios na maneira de ver, pois há quem realmente faz, fez e/ou fará ações dignas em prol dos animais, quais sejam. Ainda há muito o que fazer, e parece até clichê dizer que é o povo quem escolhe seus líderes - embora às vezes o cenário político pareça uma novela, que conta conosco como meros telespectadores. Ressalto, pois ouço gente dizer que está farto da política, como se fosse um corpo vivo à parte, e não um acordo entre todos. Se há problemas, revejamos esse acordo, ou pensemos porque a maioria tende à apatia moral, à bundamolice ideológica, ao conformismo de quem se abstém de ajudar a preparar o bolo que, lá adiante, terá que comer, também.
O voto pelas minorias humanas tem se solidificado no Legislativo. Falta agora botar, lá dentro, gente raçuda que vai afiar sua foice em prol dos animais. Mas os animais não têm título eleitoral, ainda que submissos, também, aos ditames da política. Você vai votar por eles, ou contra?
Não, não preciso dizer que esta é a eleição com o maior número de candidatos 'pelos animais' que já vi. Entre idealistas e picaretas, vários são os que aparecem no santinho de papel, ou eletrônico, abraçados a um cachorro. Claro, ninguém abraçaria um porco, uma cochonilha ou uma galinha. Iria provocar risos entre a patuleia, a mesma que é obrigada a apresentar documento e apertar uns botões em uma urna. Ganha um feriado, e assim se faz uma democracia, em tese.
O fato é que um expressivo número de franco-atiradores, digo, candidatos, descobriram o nicho 'animais' - e, obviamente, não falo do setor pecuarista, que já descobriu há muito o nicho 'animais', mas com um sabor diferente, digamos. Há ativistas, protetores/socorristas, vegetarianos e veganos que tornaram pública sua afinidade com os não-humanos na intenção de ganhar simpatia do eleitorado, essa massa disforme que muitas vezes age como lemingues, outras vezes como corais, búfalos ou formigas, e outras vezes como nenhuma das opções anteriores.
No Brasil é obrigatório votar, exceto as exceções, então quem está dentro da causa animal terá um leque de opções vinculadas a seu pensamento para saber em quem depositar seu voto. Este é um farsante? Aquele já fez projeto contra os animais, e agora vi no Facebook uma foto dele com cachorro? Aquela tem trajetória reconhecida na causa, esta é mais ou menos? Que todos tenhamos interesse em descobrir essas respostas, pois serão quatro anos, desdobráveis em outros, com alguém ajudando na defesa, ou ajudando a dinamitar nossas já frágeis estruturas de defesa dos animais não-humanos.
O 'candidato conversinha'.
Quer dizer, é necessário dar uma peneirada geral, uma pesquisada básica - Google não tem taxímetro - e mesmo o diálogo com outros interessados, para não dar um voto a um oportunista 'dos bichinhos' e, ao mesmo tempo, deixar de votar em alguém que tem o culhão necessário para adentrar na política, sabendo que lá dentro a briga é de foice afiada.
Porque também não podemos cair no mantra boca-suja de dizer 'odeio política'. Quem odeia política deve se mudar para a Lua ou para Marte, pois mesmo no meio do mato a política lhe alcançará no dia a dia. Política não é o horário eleitoral na televisão, como já ouvi de alguns eternos desinformados. Não podemos ser ingênuos. O que vestimos, por onde andamos, nossas 'escolhas', dinheiro, saúde, segurança, calçada suja, carroça, 'tadinhas das crianças passando fome', etc, tudo está debaixo desse guarda-chuva chamado política. Que não se resume 'àquela roubalheira lá em Brasília', nem em 'odeio PT' ou 'odeio quem odeia o PT'.
Não podemos ser tão simplórios na maneira de ver, pois há quem realmente faz, fez e/ou fará ações dignas em prol dos animais, quais sejam. Ainda há muito o que fazer, e parece até clichê dizer que é o povo quem escolhe seus líderes - embora às vezes o cenário político pareça uma novela, que conta conosco como meros telespectadores. Ressalto, pois ouço gente dizer que está farto da política, como se fosse um corpo vivo à parte, e não um acordo entre todos. Se há problemas, revejamos esse acordo, ou pensemos porque a maioria tende à apatia moral, à bundamolice ideológica, ao conformismo de quem se abstém de ajudar a preparar o bolo que, lá adiante, terá que comer, também.
O voto pelas minorias humanas tem se solidificado no Legislativo. Falta agora botar, lá dentro, gente raçuda que vai afiar sua foice em prol dos animais. Mas os animais não têm título eleitoral, ainda que submissos, também, aos ditames da política. Você vai votar por eles, ou contra?
Elite da Tropa: a palavra ainda choca mais que a imagem
Quem viu o filme 'Tropa de Elite' acompanhou um fiapo do livro 'Elite da Tropa', escrito pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares e pelos ex-Bope André Batista e Rodrigo Pimentel. Se o filme é pesado, o livro é brutal, chocante e, às vezes, revoltante. Violência desmedida, crueldade, violações de direitos humanos, represálias, abuso de poder, morte de animais, tráfico de influências, corrupção e banalização da morte. Foi das obras que eu mais rapidamente devorei, mesmo desconfortável com muitas das passagens nele contidas, e torcendo para não chegar nunca ao final. Esqueça o maniqueísmo mocinho-bandido, seja qual for o lado. É uma realidade repulsiva e que co-habita com o dia a dia do restante da sociedade, que muitas ezes nem imagina o que se passa nos quartéis, nos morros, e nas salas fechadas do crime e da polícia.
Esta à venda em nossa eshop um exemplar novo, edição grande da Objetivas, 318 paginas, ótimo estado de conservação, com frete grátis para todo o Brasil, em http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-585035524-elite-da-tropa-bope-policia-trafico-crime-novo-frete-gratis-_JM.
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29 de agosto de 2014
'Cream cheese' vegano ainda está em desenvolvimento
Esta saborosa pizza traz o 'cream cheese' totalmente vegetal que desenvolvo. Ainda está em fase de testes. De resto, usei champignon, milho, cebola, chia, molho de tomate e orégano. Ainda falta melhorar o simulacro de queijo. Tenho usado levedura de cerveja, batata, soja e especiarias, mas o ponto certo está longe de ser encontrado. A linhaça já fez 'puxa-puxa', mas parece não fazer mais diferença. Quanto ao sabor, está quase lá.
Da série 'Poesia em metro':
POSTE
eu só peço salvação, se não for incômodo
ou eu me mudo para outro cômodo da mesma casa
e aí crio asas e vôo
creio que posso planar, se subir bem alto (como num sonho)
impulsionado por um foguete ou por um salto
eu só peço caridade, se não for desfeita
ou eu me mudo para outra cidade onde haja a mesma rua, mesma casa, o mesmo poste
creio que posso cultivar lírios de cemitério
na matéria fértil do meu cérebro
eu só peço paz & amor, se não for antiquado
creio que posso imitar um poste
tipo ficar parado
(na esquina dessas ruas que eu não consigo atravessar)
sem ninguém me notar
basta cruzar os dedos ou criar asas, ou subir bem alto
ou dar um salto.
eu só peço salvação, se não for incômodo
ou eu me mudo para outro cômodo da mesma casa
e aí crio asas e vôo
creio que posso planar, se subir bem alto (como num sonho)
impulsionado por um foguete ou por um salto
eu só peço caridade, se não for desfeita
ou eu me mudo para outra cidade onde haja a mesma rua, mesma casa, o mesmo poste
creio que posso cultivar lírios de cemitério
na matéria fértil do meu cérebro
eu só peço paz & amor, se não for antiquado
creio que posso imitar um poste
tipo ficar parado
(na esquina dessas ruas que eu não consigo atravessar)
sem ninguém me notar
basta cruzar os dedos ou criar asas, ou subir bem alto
ou dar um salto.
26 de agosto de 2014
Um jardim suspenso em meio ao concreto
Este belo jardim, que lembra até um pequeno campo de golfe, é nada menos que o teto da loja C&A, na Andradas. Quem passa em frente ao estabelecimento nem imagina que, logo acima, um oásis respira em meio ao brutal concreto de dezenas de edifícios, colados um no outro. Silenciosamente, um jardineiro se dedica a seu ofício, alheio às centas de janelas de escritórios que o rodeiam.
O medo das ideias que ainda não são aceitas na sala de estar
Haja paciência para ouvir comentários-carimbo como 'o fulano é vegano mas não é chato, não tenta converter os outros'. Já existe a ideia de que andam os veganos no modo 'Seita Moon on', abordando estranhos no ônibus e sem fechar a matraca. Se bem que a ideia parece interessante.
E exige-se um mutismo em relação ao que se acredita, como se quem escova os dentes não pudesse avisar/reclamar/apontar/queixar-se de quem está com mau hálito. Devemos todos ser veganos pela anulação de si, em silêncio obsequioso e caminhando sem fazer barulho, para não incomodar os vizinhos? Devemos primar pela posição de abster-se, e não de acender pavios no pensamento de quem está próximo? Devemos 'respeitar para sermos respeitados', uma frase que já veio com defeito de fábrica mas ninguém reclama, nem se dá o trabalho de ler as instruções - vamos respeitar o errado, o equivocado, o atrapalhado, o mal intencionado, o sádico, o duas-caras, o desinformado, o ignorante, o inculto, o voluntário no erro - somente para ganharmos o card mágico 'Parabéns, agora você pode ser respeitado também'?
Como se a humildade, submissão e conformismo de joelhos fosse algo tão louvável que seria bom que os outros tivessem - não eu.
Historicamente, o que foi regra foi pisoteado tempos depois, o que era proibido virou norma, o que era oba-oba passou a ser crime. E ninguém contesta isso, nem tem saudosismo das cavernas, da Idade Média ou das épocas que escravos eram patrimônio. Mas falar 'veganis…' perto de algumas pessoas resulta em uma reação de olhos arregalados - metaforicamente falando, geralmente - e de espanto ao apanharem-se tão próximas de alguém subversivo, que luta pela implantação de direitos que não os seus, vejam só. Já ouvi contestações de que a ingestão de carne e derivados dos animais jamais poderá ser proibida por decreto.
Como se os decretos - agora genericamente falando, ok? - não tivessem encerrado a existência legal de tanta coisa nefasta que hoje qualquer um acha um absurdo. Que qualquer pessoa de bom senso se pergunta como foi possível tolerar, aceitar enquanto se assobiava, outorgar eticamente e lavrar em documentos. Esse 'decreto' que muitos temem nada mais é que o desenrolar do tapete da história, e a ponta do chicote vai estalar somente nos desavisados, nos que creem nos conselhos de comadre e acham que 'como está, fica'.
Dá para se deliciar com o leve desespero de quem desdenha dos direitos animais, assegurado que está no conceito de que chegamos a um último estágio, e mudanças significativas foram as que ocorreram no passado. Não agora. Sem ver que as ideias rastejam pelos rodapés da casa até serem aceitas na sala de estar.
E exige-se um mutismo em relação ao que se acredita, como se quem escova os dentes não pudesse avisar/reclamar/apontar/queixar-se de quem está com mau hálito. Devemos todos ser veganos pela anulação de si, em silêncio obsequioso e caminhando sem fazer barulho, para não incomodar os vizinhos? Devemos primar pela posição de abster-se, e não de acender pavios no pensamento de quem está próximo? Devemos 'respeitar para sermos respeitados', uma frase que já veio com defeito de fábrica mas ninguém reclama, nem se dá o trabalho de ler as instruções - vamos respeitar o errado, o equivocado, o atrapalhado, o mal intencionado, o sádico, o duas-caras, o desinformado, o ignorante, o inculto, o voluntário no erro - somente para ganharmos o card mágico 'Parabéns, agora você pode ser respeitado também'?
Como se a humildade, submissão e conformismo de joelhos fosse algo tão louvável que seria bom que os outros tivessem - não eu.
Historicamente, o que foi regra foi pisoteado tempos depois, o que era proibido virou norma, o que era oba-oba passou a ser crime. E ninguém contesta isso, nem tem saudosismo das cavernas, da Idade Média ou das épocas que escravos eram patrimônio. Mas falar 'veganis…' perto de algumas pessoas resulta em uma reação de olhos arregalados - metaforicamente falando, geralmente - e de espanto ao apanharem-se tão próximas de alguém subversivo, que luta pela implantação de direitos que não os seus, vejam só. Já ouvi contestações de que a ingestão de carne e derivados dos animais jamais poderá ser proibida por decreto.
Como se os decretos - agora genericamente falando, ok? - não tivessem encerrado a existência legal de tanta coisa nefasta que hoje qualquer um acha um absurdo. Que qualquer pessoa de bom senso se pergunta como foi possível tolerar, aceitar enquanto se assobiava, outorgar eticamente e lavrar em documentos. Esse 'decreto' que muitos temem nada mais é que o desenrolar do tapete da história, e a ponta do chicote vai estalar somente nos desavisados, nos que creem nos conselhos de comadre e acham que 'como está, fica'.
Dá para se deliciar com o leve desespero de quem desdenha dos direitos animais, assegurado que está no conceito de que chegamos a um último estágio, e mudanças significativas foram as que ocorreram no passado. Não agora. Sem ver que as ideias rastejam pelos rodapés da casa até serem aceitas na sala de estar.
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Os chafarizes e o medo do banho gelado
Na tarde desta terça-feira, 26, estavam em funcionamento os chafarizes múltiplos do Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público. O frio intenso, quase chegando aos dez graus, somado ao vento forte, afastava os transeuntes, temerosos até de eventuais respingos d'água.
"Reclamar com o prefeito, que ele está desperdiçando água", resmungou uma senhora, para a amiga.
"Reclamar com o prefeito, que ele está desperdiçando água", resmungou uma senhora, para a amiga.
24 de agosto de 2014
A solução para os veganos lavarem roupa?
Bolinha Mágica está lavando roupas com a mesma qualidade que o sabão em pó
Uma das muitas questões do cotidiano de um vegano é a lavagem de roupas. Achar um sabão adequado, decifrar seu rótulo, pesquisar os ingredientes, descobrir se a empresa testa em animais - o de praxe para quem optou por não mais explorar os animais não-humanos. Eis que recentemente aparecem alternativas que substituem em definitivo o sabão em pó, barra ou líquido para a lavagem de roupas, e que ainda não geram poluentes e poupam centenas de reais, de uma hora para outra. Testei uma das 'bolinhas mágicas' ou 'ecobolas, até o momento com pleno sucesso. As roupas ficam com o mesmo aspecto da lavagem tradicional, porém sem perfume. O fabricante garante três anos de utilização até que as tais pedras de cerâmica ionizadas percam a eficácia, um longo período - faça as contas da economia em supermercado. Se você também está migrando para uma vida frugal, faça as contas de quanto se poupa em sabão em pó. Persistindo a situação, será uma grande avanço prático na substituição dos produtos industrializados, com seus ingredientes e testes, para o dia a dia dos veganos. O site do produto em questão é superbolinha.com.br.
Bastar jogar a bola dentro da máquina de lavar, que a 'magica' funciona
Uma das muitas questões do cotidiano de um vegano é a lavagem de roupas. Achar um sabão adequado, decifrar seu rótulo, pesquisar os ingredientes, descobrir se a empresa testa em animais - o de praxe para quem optou por não mais explorar os animais não-humanos. Eis que recentemente aparecem alternativas que substituem em definitivo o sabão em pó, barra ou líquido para a lavagem de roupas, e que ainda não geram poluentes e poupam centenas de reais, de uma hora para outra. Testei uma das 'bolinhas mágicas' ou 'ecobolas, até o momento com pleno sucesso. As roupas ficam com o mesmo aspecto da lavagem tradicional, porém sem perfume. O fabricante garante três anos de utilização até que as tais pedras de cerâmica ionizadas percam a eficácia, um longo período - faça as contas da economia em supermercado. Se você também está migrando para uma vida frugal, faça as contas de quanto se poupa em sabão em pó. Persistindo a situação, será uma grande avanço prático na substituição dos produtos industrializados, com seus ingredientes e testes, para o dia a dia dos veganos. O site do produto em questão é superbolinha.com.br.
Bastar jogar a bola dentro da máquina de lavar, que a 'magica' funciona
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