6 de outubro de 2014

Vida frugal: aproveitamento de calor resulta em economia de gás

por Marcio de Almeida Bueno

Um dos muitos itens observados em uma vida frugal é o não-desperdício de coisas corriqueiras, que passam desapercebidas no dia a dia. O uso de panelas de aço com base turbinada significa uma diferença significativa no gasto mensal com o gás liquefeito de petróleo, sem falar da ausência de metais pesados como alumínio e toxinas dos Teflon da vida. E essa base turbinada permite que ao se cozinhar um arroz, por exemplo, se possa desligar o fogo na metade do processo - tamba-se a panela, e em um ou dois minutos a água seca e a comida está pronta. Além disso, dá para aproveitar o calor intenso que segue emanando do cozimento - sem fogo - para aquecer uma segunda panela, como um feijão que estivesse na geladeira. A foto ilustra uma ocasião dessas, como o arroz sendo cozido 'na banguela', e ao mesmo tempo aquecendo a panela do feijão, feito na véspera e que precisava apenas ser aquecido. A diferença no gasto com gás torna-se evidente, e sem prejuízo no tempo dispensado na preparação de refeições.

Inverno no Moinhos de Vento


Pizzas caseiras como lanche prático vegano

por Marcio de Almeida Bueno

Diversas marcas de massa de pizza, encontradas em supermercadas, são isentas de ingredientes de origem animal - basta ler os rótulos. Na cobertura, a imaginação é o limite. Bolognesa com proteína texturizada de soja, cebola, azeitona, palmito, orégano, pimentão, tomate. Produtos comprados na feira, a baixo preço, viram ótimos sabores de pizza preparada em casa, sem maiores sofisticações, mas com sabor garantido.


A poesia nas calçadas de Porto Alegre

1 de outubro de 2014

Pizza e xis veganos 'da diretoria' no Govinda

por Marcio de Almeida Bueno

No Govinda, tradicional restaurante vegetariano / vegano localizado na esquina da Santa Terezinha com José Bonifácio, já tenho meus dois pedidos favoritos. A pizza é tamanho família, com o sabor básico 'Govinda 2', acrescido de strogonoff, azeitona, tofupiry, glúten tostado, tofu defumado ralado, tomate fresco. O xis, que carinhosamente apelidei de 'x-crocodilo', é o tamanho grande, na versão dupla, glúten-glúten, ou seja, com dois rosbifes. Ainda é possível acrescentar tomates secos e rúcula. Tudo vegano, óbvio.


Cruzamento perigoso

 por Marcio de Almeida Bueno

Na noite da última sexta-feira, dia 26 de setembro, houve acidente entre um automóvel e um caminhão do Corpo de Bombeiros. O fato aconteceu na esquina da Mostardeiro com Goethe, em torno das 22h. Mais do que trânsito afunilado, a questão foi ter deixado parado um veículo que justamente serve para salvar vidas. Devo a minha a um desses caminhões.

'O ciclista e a equilibrista'

por Marcio de Almeida Bueno

A valente cadeirante enfrenta o trânsito da Vasco da Gama, em sua cadeira motorizada. Ela anda pela ciclovia, o que requer uma certa coragem. Já o cilicista anda na contramão, fora de sua faixa. Eu, pedestre, já tomei muito susto dessa parcela de condutores - que tem meu total apoio, diga-se - que tanto exige dieitos e condutas normatizadas.

29 de setembro de 2014

Do Correio do Povo de 27/09/14

Evento no Centro de Porto Alegre promove luta contra o abate animal

Foto: Paulo Nunes / CP

Manifestação acontece simultaneamente em todo o planeta

Por Jézica Bruno

Para lutar contra o abate de animais e fazer a população mundial repensar sobre o consumo de carne o evento 269life, que acontece todo ano, de forma simultânea em todo o planeta, foi realizado nesta sexta-feira, na Esquina Democrática, em Porto Alegre. A iniciativa do movimento na Capital é de ativistas independentes e da Vanguarda Abolicionista. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil são abatidos 80 milhões de animais por ano para o consumo.

O movimento começou em Israel quando três ativistas visitaram uma fazenda e viram um bezerro com um brinco amarelo na orelha. Ele estampava o número 269 e servia para identificar o animal para o abate. Desde então, o número tornou-se símbolo de luta pelo fim da escravidão animal. Muitos veganos, pessoas que optaram por não consumir qualquer tipo de produto de origem animal, carregam o símbolo tatuado no corpo.

De acordo com o diretor-geral do Movimento Abolicionista Marcio de Almeida Bueno, as ações são movidas por uma questão ética. “Foi feita historicamente uma construção dentro da raça humana de comer a carne de alguns animais e de diferenciá-los de outros que nós lutamos para desconstruir”, explicou.

Durante o evento, que está em sua quinta edição em nível mundial, foi feita panfletagem e protesto com banners que defendiam a liberdade animal. Participaram vegetarianos, veganos e simpatizantes da causa animal.